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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Fecundação in vitro em Bovinos

FIV em Bovinos
FIV em Bovinos

É comum confundir a FIV com a inseminação artificial em bovinos, porém, são processos totalmente distintos. O nome “in vitro” se dá pelo fato da técnica ser realizada em um laboratório. Ou seja, tanto o óvulo quanto o espermatozoide podem ser de animais que não estão envolvidos.

Geralmente, a fertilização in vitro em bovinos é utilizada para dar continuidade na geração de uma fêmea extremamente produtiva, e não a colocando em risco que a gravidez geralmente proporciona. Em alguns casos, é comum que nasçam bastante gêmeos na FIV, tanto em humanos quanto em animais, isso acontece pelo fato de ser incluído mais que um embrião no útero da fêmea, já que colocando dois embriões, as chances do processo ser um sucesso são duplicadas.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Eficiência Reprodutiva Gado de Leite

 Eficiência Reprodutiva Gado de Leite
Eficiência Reprodutiva Gado de Leite
O Brasil conta com diversos sistemas de produção de leite, desde rebanhos altamente especializados, em sistema de confinamento total, até sistemas extensivos, com utilização de animais mestiços de produção modesta, sendo muitas vezes animais cruzados Holandês (Bos taurus taurus) e Gir (Bos taurus indicus).
A reprodução é o fator determinante da produção de leite, sendo que a produção de cada animal depende de sua habilidade de emprenhar. Frustrações com a ineficiência reprodutiva não são raras e re-presentam um dos fatores que mais influenciam o sucesso econômico da atividade leiteira. Quanto mais cedo a vaca estiver prenhe, melhor será a relação kg de leite produzido/dia de intervalo entre partos, parâmetro esse importante para avaliar a eficiência do sistema de produção de cada propriedade.
Compreendendo a fisiologia reprodutiva e suas inter-relações, pode-se dizer que a eficiência reprodutiva depende de um manejo adequado das vacas e da gestão das pessoas relacionadas à atividade e responsáveis pela realização do trabalho de ordenha, alimentação, higiene e cuidados em geral do rebanho.

domingo, 3 de junho de 2018

Objetivo e Critério de Seleção no Bovino de Corte

Critérios de Seleção
Critérios de Seleção
    O melhoramento animal é a atividade envolvida no processo contínuo de criação (práticas de alimentação, manejo, reprodução, sanidade), seleção e reprodução dos animais domésticos, com o objetivo básico de alterar as características dos animais produzidos na geração seguinte, na direção desejada pelo homem (Barbosa, 1997). O melhoramento da produção animal pode ser obtido, então, pelo melhoramento do ambiente, por meio de mudanças nos manejos nutricional, sanitário e reprodutivo, e pelo melhoramento genético, que pode ser realizado por meio de sistemas de acasalamento e por meio da seleção. O melhoramento do ambiente é um processo rápido, temporário e de elevado custo em mão-de-obra e insumos e o melhoramento genético, embora demorado, é permanente, podendo também apresentar custo elevado. Entretanto, para maximizar a produtividade dos sistemas, os dois processos devem caminhar juntos.
     Objetivos e critérios de seleção
    Seleção é a escolha dos pais que produzirão a próxima geração e a determinação do número de filhos que cada pai deixará, e critérios de seleção são as características com base nas quais os animais são escolhidos. O critério de seleção é, então, o meio utilizado para se atingir os objetivos de seleção. Portanto, antes de se definirem os critérios de seleção é necessário que os objetivos de seleção sejam definidos. Objetivo de seleção é a combinação de características importantes economicamente dentro de um sistema de produção; é o fim, ou seja, aquilo que se deseja atingir.
    Na definição do objetivo de seleção levam-se em conta problemas de natureza econômica. Procura-se melhorar aquilo que afeta o desempenho econômico do sistema, e a genética será o meio de se atingir o objetivo. Por exemplo, se determinado parasita é um problema que causa prejuízos econômicos para o sistema de produção, resistência genética a esse parasita pode constituir-se em objetivo de seleção, caso não exista outra maneira eficaz e econômica de combatê-lo.
    A definição do objetivo de seleção depende, basicamente, de dois fatores: do sistema de produção e do mercado. No caso do sistema de produção, o próprio desempenho atual do rebanho determina aquilo que precisa ser melhorado.Outros fatores importantes que compõem o sistema de produção e que determinam a ênfase a ser dada a determinadas características são o ambiente (clima, solo, topografia), o manejo (reprodutivo, nutricional, sanitário) e a infra-estrutura.
     No caso do mercado, o cliente determina o tipo de produto necessário. O cliente pode ser a sociedade (consumidor final) que vai consumir o produto final, que é a carne. Esse consumidor pode desejar, por exemplo, carne mais magra ou mais gorda, carne mais macia e suculenta, e cortes menores ou maiores. Outro cliente é o frigorífico, que pode desejar, por exemplo, carcaças maiores e animais mais jovens e bem terminados. Ainda outro cliente é o próprio produtor, que pode estar envolvido com a produção de touros e de fêmeas de reposição, com a produção de machos para o abate e de fêmeas de reposição ou com a produção de machos e fêmeas para abate. Para cada um desses produtores e clientes, o objetivo de seleção do produtor selecionador pode ser diferente.
   
Uma vez definidos os objetivos de seleção, é feita a escolha dos critérios de seleção para que eles sejam atingidos. A escolha da característica critério de seleção vai depender da sua importância econômica ou da sua relação com a característica de relevância econômica. Além disso, vai depender das variações genética e fenotípica nela existentes. Características de herdabilidade e de variação fenotípica altas apresentam maior resposta à seleção, ou seja, o esforço para se obter determinado ganho é menor do que quando as características apresentam herdabilidade e variação fenotípica baixas. Entretanto, herdabilidade e variação fenotípicas baixas por si só não constituem motivo para não selecionar. Tudo vai depender da importância econômica do objetivo.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Histórico da Inseminação Artificial

Inseminação Artificial
Inseminação Artificial
A inseminação artificial, segundo a lenda, foi utilizada pela primeira vez no ano de 1332, em equinos, pelos árabes. Mas o marco inicial é registrado no ano de 1779, quando o monge italiano de nome Lázaro Spallanzani demonstrou, pela primeira vez, ser possível a fecundação de uma fêmea sem contato com o macho, utilizando o sêmen de um cachorro colhido através de excitação mecânica e aplicou em uma cadela no cio, a qual veio a parir três filhotes.
              Em 1949, Poldge, Smith e Parker, pesquisadores ingleses, demonstraram que o espermatozoide podia ser conservado por um longo tempo a baixas temperaturas, permitindo assim a conservação indefinidamente, dando maior difusão à inseminação artificial, favorecendo assim, de maneira decisiva, o incremento da inseminação artificial.

terça-feira, 22 de maio de 2018

Cruzamento Industrial: Processo Chave para Obtenção de Novilhos Precoces

     O aumento da competitividade com outras carnes, bem como outros mercados, e a possibilidade de o Brasil se consolidar no mercado mundial de carne bovina, têm requerido da atividade de pecuária de corte a oferta de produto de qualidade de maneira contínua durante o ano. Esta demanda juntamente com a necessidade de se aumentar a eficiência do setor, têm sido os grandes motores do processo de reestruturação em curso na cadeia produtiva da carne bovina 
       A adoção de tecnologia, é o meio para a realização dos nossos intentos, além dos contínuos esforços para manutenção e evolução dos aspectos sanitários e nutricionais, a genética do nosso rebanho será o fator de diferenciação entre os modelos de produção.
      O método normalmente usado para melhorar o nível genético é a seleção dentro do rebanho, a qual se constitui uma técnica com progresso lento. Demonstra-se, que por meio de cruzamento de genes desejáveis, podem ser incorporados mais rapidamente que por intermédio dos métodos de seleção praticados dentro da mesma raça. O cruzamento é um dos mais importantes processos que o criador pode lançar mão, tendo em vista o aumento rápido do rendimento de seus rebanhos.
      Com o decorrer do tempo, surgiram diferentes métodos de cruzamento, que vêem sendo utilizados pelos técnicos e pecuaristas,
Cruzamento Industrial
Cruzamento Industrial
visando, principalmente, a adaptação de raças exóticas a um novo meio ou então a elevação da produtividade dos rebanhos nativos ou mesmo melhorada pela seleção zootécnica.
      A heterose é o choque resultante da união de indivíduos portadores de patrimônios hereditários bastante diferentes. Deste acasalamento sairá produtos de melhor constituição, mais vigorosos e de maior capacidade de produção.Centenas de pesquisas mostram que os produtos cruzados são, geralmente, superiores aos produtos “puro-sangue” em uma ou mais características, principalmente,
quando se pretende uma renda imediata

terça-feira, 15 de maio de 2018

Transferência de Embrião

transferência de embrião
transferência de embrião
A técnica de Transferência de embriões, permite fecundar uma maior quantidade de ovócitos aumentando o aproveitamento reprodutivo das fêmeas. Para que isso ocorra é necessário uma concentração maior de espermatozóides que o sêmen convencional. Para atender essa demanda, a Alta Genetics recomenda que seja utilizada duas palhetas do Sêmen Sexado Alta 511 por vaca em cada inseminação realizada em um programa de TE. Esta indicação é baseada em estudos científicos que mostram a eficiência desta metodologia na biotecnologia em questão. A Sexing Tecnologies indica dois protocolos distintos de superovulação, uma para vacas zebuínas e outro para taurinas. 

IATF - Inseminação Artificial em Tempo Fixo

Com a IATF®, a reprodução do rebanho fica sob o controle do produtor. Através desta técnica, as vacas tratadas são inseminadas sem a necessidade de observar cios e com data marcada. Dessa forma, o criador pode:  • Inseminar um grande número de animais em um curto espaço de tempo.    • Programar os trabalhos de inseminação, repasse e manejo de touros, cuidados ao nascimento dos bezerros e otimizar a mão de obra.   • Aumentar o número de bezerros de IA, acelerando o melhoramento genético.   • Antecipar a prenhes, reduzindo o intervalo entre partos e aumentando o número total de bezerros nascidos.  • Possibilitar o nascimento e o desmame em épocas mais favoráveis ao bezerro.   • Padronização dos lotes de bezerros, obtendo melhores preços na venda.   • Economia na reposição de touros para repasse, pelo aumento do número de vacas prenhes de IA.
IATF
IATF

domingo, 13 de maio de 2018

Índices de Seleção

Devemos selecionar o que realmente interessa ao criador. A boa vaca é a que produz mais leite de qualidade, por muito tempo. (Mérito Liquido Vitalício)
índices de seleção genética
índices de seleção genética